Acordei com um som muito bom e fui para o Mainstage 2 ver uma banda de Dark Eletro! Pois é, não esperava uma banda assim no festival e com um show tão bom! O som da Tantrum é do jeito que eu gosto, e prefiro não comentar sobre a apresentação de palco (censura). Infelizmente, não fui com a minha câmera!
A banda Obscura começou na Rockhard com um Black Metal de 1ª qualidade, mas sem fotos também.
Durante 3 horas, passei na parte onde ficavam as tendas de roupas, acessórios, cds e tudo o mais que vocês possam imaginar! Comprei um cordão com o pingente que sempre quis ter: um martelo de Thor. Viking! Fiquei bem feliz!
Aproveitei para almoçar e claro fui pegar algo para beber na parte Vip/FREE. Depois de descansar um pouco, peguei minha câmera e assisti na sequência ao Sadist e Asphix na RockHard.
Nevermore no Mainstage 2.
Voltando para a Rockhard assisti ao Dark Funeral, banda de Black Metal que curto há muitos anos e, enquanto tocava na banda Avec Tristesse, tivemos a oportunidade de abrir o show deles no evento Setembro Negro em 2003 em São Paulo. A apresentação deles foi muita boa!
Para não falar que eu não fui à outra tenda Terrorizer, passei para assistir de longe ao As I Lay Dying, e foi um ótimo show.
Tirei um descanso de 1 hora, que significou pegar o final do show do CANDLEMASS e perder o do IMMORTAL no Mainstage 2 para ficar grudado na grade e não perder a melhor posição para o MY DYING BRIDE, segunda banda mais importante deste festival na minha opinião.
(Hamish do My Dying Bride e eu )
O show foi algo fora do normal: muito emotivo e a escolha das músicas foi perfeita para um fã como eu que conheço a banda desde de seu primeiro álbum, e assisti, pela primeira vez, a uma apresentação de apenas uma hora.
Às 23h30, o show acabou, e eu estava bem cansado, mas juntei todas as forças para ver algo histórico à 01 h: Carcass! Sentei em algum canto, dei uma olhada nas fotos, uma cerveja e fiz uma foto do local à noite.




Adrenalina a mil, e o povão indo para a área das barracas. Resolvi ver o que se passava no local Vip. Uma festinha muita louca com uns caras alucinados! Nesta hora, não tinha mais cerveja liberada para mim, nem para ninguém, então, fiz umas fotos, dei umas risadas dos bêbados, e, como estava sem nenhum conhecido e o cansaço batia forte, fui para minha barraca.
Minha área era bem sossegada e, como a noite estava bem fria, deixei o banho para o dia seguinte. Estava todo quebrado e com muito frio, então, tomei a garrafa de vinho que, além de aquecer, me ajudou a dormir mais relaxado, já que apenas uma fina camada da tenda e meu novo saco de dormir me separavam do chão duro e do frio polar.
MOMENTO THRASH: Na volta, encontrei as duas paulistas para pegar os ônibus e, conversando sobre o festival, me comentaram que, lá na 'área do povão', a fila era grande para usar o banheiro. Cenas fortes na cabeça de vocês agora: viam apenas uns cinco caras dentre trinta mais ou menos entrarem com papel higiênico, e todos levavam o mesmo tempo! Dá para imaginar isso sem tomar banho num festival? Ou em qualquer lugar do mundo!?!? BIZARRO! 







































